Bem, quase um mês se passou... Muitos momentos e alguns mundos, vivi e conheci nestes dias.
Quero partilhar um momento fantástico que vivi:
"Anda cá, tens 2 minutos? Ou fazem-te falta? Sabes o que faz realmente falta? Mais loucura... Mais malucos... Não os "grandes malucos" mas os verdadeiros... Aqueles que vêm quadros onde os outros só vêm paredes, os aventureiros que acreditam, ainda, haver qualquer coisa no fim do arco-íris. O verdadeiro poder é tu decidires o mundo à tua volta, questionar o estabelecido, as certezas e os costumes, para acreditar que tudo pode ser diferente. É preciso mais absurdo, mais ideias insensatas ou, muito simplesmente, trepar a uma árvore quando te apetece... Tu é que mandas. Se gostas de música pirosa, gostas e pronto. Queres cantar alto no meio da rua, deixa-te ir. Se preferes não dar muito nas vistas, anda nas calmas. É preciso rirmos e dançarmos e darmos abraços e beijinhos... O importante é levarmos tudo a brincar, até as coisas sérias. (...) "
"Eu vou" - respondi. "Há qualquer coisa no fim do arco-íris não há?" - disse.
Existem pessoas com magia dentro delas...
Onde andaste este tempo todo? Por onde ainda teimas ir sem mim?
Até logo, até amanha, até já, até um dia.
Wednesday, March 21, 2007
Friday, February 02, 2007
Thanks
Tenho que agradecer a vários mundos (pessoas), publicamente, por contribuirem na manutenção da minha sanidade mental. Várias agradeço só por existirem e de ter tido a felicidade de as conhecer. A outras por às vezes falarem e conviverem comigo. Ainda a algumas que até são minhas amigas e a outras por não o serem!
Epá! Não me posso queixar!
As pessoas às vezes são engraçadas e é giro conhece-las, outras não. De qualquer forma acho que algumas pessoas deviam emigrar para Marte, mas essas, felizmente só me incomodam quando por acaso sei que existem!
Pessoas! Se não fossem elas que seria de nós? :)
Epá! Não me posso queixar!
As pessoas às vezes são engraçadas e é giro conhece-las, outras não. De qualquer forma acho que algumas pessoas deviam emigrar para Marte, mas essas, felizmente só me incomodam quando por acaso sei que existem!
Pessoas! Se não fossem elas que seria de nós? :)
O Um Mundo agora é azul..
Está a ficar tudo mais claro :)
Quando escolhi aquele template gostei da simplicidade. Gostei da simplicidade da cor. Mas até nisso eu complico. O preto é, quer queira quer não, uma cor sóbria de mais e acaba por ser triste. Não escrevi muito tempo secalhar só para não ver nada negro... bem azul escuro não faz muita diferença, ou talvez esteja enganada. Vou experimentar.
Não gosto é de ter perdido as minhas alterações de html... Para a próxima já vou saber melhor.
Fiquem bem viajantes cibernáuticos que perdem tempo a ler estes disparates :)
Quando escolhi aquele template gostei da simplicidade. Gostei da simplicidade da cor. Mas até nisso eu complico. O preto é, quer queira quer não, uma cor sóbria de mais e acaba por ser triste. Não escrevi muito tempo secalhar só para não ver nada negro... bem azul escuro não faz muita diferença, ou talvez esteja enganada. Vou experimentar.
Não gosto é de ter perdido as minhas alterações de html... Para a próxima já vou saber melhor.
Fiquem bem viajantes cibernáuticos que perdem tempo a ler estes disparates :)
Pensamento um bocadinho parvo
Wednesday, January 31, 2007
Momento de um lugar comum
O que vale é que amanha é sempre um novo dia (é um lugar comum mas é verdade).
Já viste se um carro me atropelasse amanha? Era chato...
Mas secalhar nao fazia muita diferença para a humanidade, o que é fixe e faz-me por no meu lugarzinho, bastante humilde, da existencia humana.
Hoje perdi mais um pedacinho de mim. Doeu. Não faz mal eu sou grande :)
Deviamos, enquanto cá andamos (que é MESMO pouco tempo), cuidar de todos os pedacinhos de nós. Mas olha, eu secalhar não tenho capacidade para isso. E vejo que muita gente não tem, tu não tens por exemplo. E que é que isso interessa?
O planeta em que vivemos (SIM! Vivemos num planeta! Somos criaturas do espaço!) há de rodar até um dia qualquer.
Estamos cá todos! Com os nossos mundinhos a rodar e a olhar para o mundinho melhor do vizinho do lado. E vivemos assim, e bem aparentemente. A mim isso repugna-me, mas secalhar o meu também choca com algum outro, se eu me distraio ou não cuido dele... Os mundinhos dos outros têm a mania de chocar com o meu. Vou comprar uma bomba de ar e enche-lo para ele parecer maior. Assim os outros hão de ter mais cuidado (ao menos respeito) até descobrirem que uma agulha é capaz de o esvaziar. Peço-te, não uses a agulha OK?
Já viste se um carro me atropelasse amanha? Era chato...
Mas secalhar nao fazia muita diferença para a humanidade, o que é fixe e faz-me por no meu lugarzinho, bastante humilde, da existencia humana.
Hoje perdi mais um pedacinho de mim. Doeu. Não faz mal eu sou grande :)
Deviamos, enquanto cá andamos (que é MESMO pouco tempo), cuidar de todos os pedacinhos de nós. Mas olha, eu secalhar não tenho capacidade para isso. E vejo que muita gente não tem, tu não tens por exemplo. E que é que isso interessa?
O planeta em que vivemos (SIM! Vivemos num planeta! Somos criaturas do espaço!) há de rodar até um dia qualquer.
Estamos cá todos! Com os nossos mundinhos a rodar e a olhar para o mundinho melhor do vizinho do lado. E vivemos assim, e bem aparentemente. A mim isso repugna-me, mas secalhar o meu também choca com algum outro, se eu me distraio ou não cuido dele... Os mundinhos dos outros têm a mania de chocar com o meu. Vou comprar uma bomba de ar e enche-lo para ele parecer maior. Assim os outros hão de ter mais cuidado (ao menos respeito) até descobrirem que uma agulha é capaz de o esvaziar. Peço-te, não uses a agulha OK?
Wednesday, January 24, 2007
O fim de um mundo?
Mais parece que o meu mundo morreu... mas não. A vida continua!
Queria ter tempo para perder... E ganhar fracções de segundo de felicidade. Aquela que até faz o estômago arder suavemente e deixa tudo cor de rosa por todo o lado.
Isto, acho eu, passa-se quando alguém se apaixona ou pura e simplesmente quando a pessoa é livre e sente esta liberdade até às entranhas.
A vida é bela! Não é preciso mais nada, só olhar com tempo...
Queria ter tempo para perder... E ganhar fracções de segundo de felicidade. Aquela que até faz o estômago arder suavemente e deixa tudo cor de rosa por todo o lado.
Isto, acho eu, passa-se quando alguém se apaixona ou pura e simplesmente quando a pessoa é livre e sente esta liberdade até às entranhas.
A vida é bela! Não é preciso mais nada, só olhar com tempo...
Tuesday, October 24, 2006
Bruno
Este rapaz... é o máximo!
com o rui unas... lindo!
no homen que mordeu o cao:
e só pa acabar, na figueira:
com o rui unas... lindo!
no homen que mordeu o cao:
e só pa acabar, na figueira:
Monday, September 25, 2006
Onde está a Fé?
Sei lá!
Apetece-me gritar a toda a gente!
Fui um dia rezar a uma mesquita, sabem que mais? Não andam com bombas nem chamam aos cristãos infiés. Falam em solideriedade e em amor ao próximo (e esta hem?)
A fé ou se tem ou não se tem, nasce connosco quando nasce e é completamente manipulada por igrejas de toda a espécie! A religião permite-nos ter uma consciência de fé aos olhos de alguns... infelizmente só de alguns... porque não de todos?
Que mal tem acreditar que as coisas vão melhorar e que vamos, apesar dos obstáculos, conseguir atingir os nossos objectivos mesmo que estejamos na falência e sozinhos no mundo? O que é a esperança de um doente terminal senão fé... e fé esta que o deixa morrer em paz? Não será isto e só isto a Fé?
Andamos por cá acomodados... ninguém sabe onde está a fé... passamos a batata quente a todos os outros e resultado: guerras e o estado de coisas que toda a gente critica.
Quando é que andamos para frente com isto e a fé deixa de ser "assunto" e passa apenas a ser uma parte natural do ser humano, como uma componente emocional normal, só mais uma?
Para a próxima pergunto: Onde estão as feromonas? :) E toda a gente sabe... tb dá chatices, pois é...
Apetece-me gritar a toda a gente!
Fui um dia rezar a uma mesquita, sabem que mais? Não andam com bombas nem chamam aos cristãos infiés. Falam em solideriedade e em amor ao próximo (e esta hem?)
A fé ou se tem ou não se tem, nasce connosco quando nasce e é completamente manipulada por igrejas de toda a espécie! A religião permite-nos ter uma consciência de fé aos olhos de alguns... infelizmente só de alguns... porque não de todos?
Que mal tem acreditar que as coisas vão melhorar e que vamos, apesar dos obstáculos, conseguir atingir os nossos objectivos mesmo que estejamos na falência e sozinhos no mundo? O que é a esperança de um doente terminal senão fé... e fé esta que o deixa morrer em paz? Não será isto e só isto a Fé?
Andamos por cá acomodados... ninguém sabe onde está a fé... passamos a batata quente a todos os outros e resultado: guerras e o estado de coisas que toda a gente critica.
Quando é que andamos para frente com isto e a fé deixa de ser "assunto" e passa apenas a ser uma parte natural do ser humano, como uma componente emocional normal, só mais uma?
Para a próxima pergunto: Onde estão as feromonas? :) E toda a gente sabe... tb dá chatices, pois é...
Thursday, September 14, 2006
Internacionalização da Amazónia
Discurso do Ministro Brasileiro de Educação nos EUA...
Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um Brasileiro dá um "baile" educadíssimo aos Americanos...
Durante um debate numa universidade nos Estados Unidos actual Ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência nalguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os brasileiros).
Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta do Sr.Cristovam Buarque:
(por Alexandre Ferreira)
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro...
O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns residentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA.
Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia.
Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa.
Só nossa! "
Notas:
1) discurso realizado em Setembro de 2000 em Nova York, durante o State of The World Forum.
2) hoje em dia o senhor Cristovam Buarque já não é ministro da educação.
3) hoje em dia o senhor Cristovam Buarque é candidato à presidência do Brasil e opositor do actual presidente, Lula da Silva.
Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um Brasileiro dá um "baile" educadíssimo aos Americanos...
Durante um debate numa universidade nos Estados Unidos actual Ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência nalguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os brasileiros).
Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi a resposta do Sr.Cristovam Buarque:
(por Alexandre Ferreira)
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro...
O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns residentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA.
Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia.
Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa.
Só nossa! "
Notas:
1) discurso realizado em Setembro de 2000 em Nova York, durante o State of The World Forum.
2) hoje em dia o senhor Cristovam Buarque já não é ministro da educação.
3) hoje em dia o senhor Cristovam Buarque é candidato à presidência do Brasil e opositor do actual presidente, Lula da Silva.
Monday, September 11, 2006
Gente Humilde
Vinicius de Moraes / Chico Buarque / Garoto
Tem certos dias em que eu penso em minha gente
E sinto assim todo o meu peito se apertar
Porque parece que acontece de repente
Como um desejo de eu viver sem me notar
Igual a como quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem vindo de trem de algum lugar
E aí me dá uma inveja dessa gente
Que vai em frente sem nem ter com que contar
São casas simples, com cadeiras na calçada
E na fachada escrito em cima que é um lar
Pela varanda, flores tristes e baldias
Como a alegria que não tem onde encostar
E aí me dá uma tristeza no meu peito
Feito um despeito de eu não ter como lutar
E eu que não creio peço a Deus por minha gente
É gente humilde, que vontade de chorar
in "Tom, Vinicius, Toquinho e Miúcha - Gravado ao vivo no Canecâo"
in "Poeta, moça e violão / Vinicius Clara Toquinho"
in "Songbook – Volume 3"
in "Vinicius"
Tem certos dias em que eu penso em minha gente
E sinto assim todo o meu peito se apertar
Porque parece que acontece de repente
Como um desejo de eu viver sem me notar
Igual a como quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem vindo de trem de algum lugar
E aí me dá uma inveja dessa gente
Que vai em frente sem nem ter com que contar
São casas simples, com cadeiras na calçada
E na fachada escrito em cima que é um lar
Pela varanda, flores tristes e baldias
Como a alegria que não tem onde encostar
E aí me dá uma tristeza no meu peito
Feito um despeito de eu não ter como lutar
E eu que não creio peço a Deus por minha gente
É gente humilde, que vontade de chorar
in "Tom, Vinicius, Toquinho e Miúcha - Gravado ao vivo no Canecâo"
in "Poeta, moça e violão / Vinicius Clara Toquinho"
in "Songbook – Volume 3"
in "Vinicius"
Tuesday, August 29, 2006
Luxemburgo
Saturday, August 19, 2006
Teste de vocabulario
Porque não? Até correu bem :P
Resultado: 24 pontos
Eu tenho um excelente vocabulário.
Teste o seu Vocabulário.
24 ponto(s) = excelente vocabulário Parabéns! Você está acima da média e prova com isso que é uma pessoa amante da literatura e que domina muito bem a língua portuguesa. Pessoas como você se expressam bem em qualquer meio e não têm praticamente dificuldade alguma em entender textos considerados eruditos. Continue praticando. Quem sabe um dia você não se torna um filólogo?
Resultado: 24 pontos
Eu tenho um excelente vocabulário.
Teste o seu Vocabulário.
24 ponto(s) = excelente vocabulário Parabéns! Você está acima da média e prova com isso que é uma pessoa amante da literatura e que domina muito bem a língua portuguesa. Pessoas como você se expressam bem em qualquer meio e não têm praticamente dificuldade alguma em entender textos considerados eruditos. Continue praticando. Quem sabe um dia você não se torna um filólogo?
Thursday, July 20, 2006
Weakness
The weakness leads us to a dead point of life from which we think we never can get out of... But time, patience and faith are powerful enough to show us the way.
You do something or nothing! ... Please do something or nothing happens... open the eyes really slowly and you will find your way. Open your heart really calmly and you will see the light. Open your hand to the sky, then you will see you can fly!
You do something or nothing! ... Please do something or nothing happens... open the eyes really slowly and you will find your way. Open your heart really calmly and you will see the light. Open your hand to the sky, then you will see you can fly!
Thursday, July 06, 2006
Shadows
All of us have needs
Every one can do everything
In this shadow we stay
Thinking of what life can bring
The destiny of our souls is the sky
Our destiny is hearth
In this world we stay
Thinking in all of those we hurt
Every one can do everything
In this shadow we stay
Thinking of what life can bring
The destiny of our souls is the sky
Our destiny is hearth
In this world we stay
Thinking in all of those we hurt
(por Ana Meireles, 1999)
Monday, July 03, 2006
A ti
A minha janela, o meu mundo
Tudo lá fora me inspira
Fecho os olhos e vejo-te
Vejo a tua calma e a tua tormenta
Sinto na pele o teu calor
Consigo imaginar a tua dor
Estendo-te a mão e sinto-me livre
Viro as costas, vejo-me numa prisão
Sinto-me presa e livre
Por esta sensação
A sensação de que és
A minha inspiração
Tudo lá fora me inspira
Fecho os olhos e vejo-te
Vejo a tua calma e a tua tormenta
Sinto na pele o teu calor
Consigo imaginar a tua dor
Estendo-te a mão e sinto-me livre
Viro as costas, vejo-me numa prisão
Sinto-me presa e livre
Por esta sensação
A sensação de que és
A minha inspiração
(por Ana Meireles em 1999)
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